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Júpiter - Sistema de Graduação
Instituto de Biociências
Ecologia
Disciplina: BIE0312 - Ecologia Vegetal
Créditos Aula:
10
Créditos Trabalho:
3
Carga Horária Total:
240 h
Tipo:
Semestral
Ativação:
01/01/2005
Objetivos
Ao final do curso, o estudante deverá ser capaz de ministrar aulas, elaborar e executar projetos de pesquisa referentes a diferentes comunidades vegetais.
Docente(s) Responsável(eis)
198471 - Alexandre Adalardo de Oliveira
1393874 - Marcelo Luiz Martins Pompeo
64986 - Sergio Tadeu Meirelles
81377 - Waldir Mantovani
72317 - Welington Braz Carvalho Delitti
Programa Resumido
Fatores Ambientais:
1. Níveis de organização dos seres vivos. 2. O fator água: sua importância autoecológica e sinecológica. 3. Evapotranspiração real e potencial. Balanço hídrico. Diagramas ombro-térmicos.4. Sistemas subterrâneos. Sistemas de reserva de água. Transpiração. Balanço hídrico das plantas 5. O fator solo: 6. Propriedades químicas do solo e sua importância para as plantas.7. O fator temperatura: temperatura do ar, do solo e da planta. 8. O fator luz: variações diárias e estacionais. 9. O fator fogo. Fatores mecânicos: vento, areia e neve. Fatores alelopáticos. Gases.A COMUNIDADE VEGETAL
10. Princípios básicos de Sinecologia: 11. Análise da comunidade: características estruturais e funcionais. Métodos de estudo.12. Dinâmica de populações e de comunidades. FITOGEOGRAFIA DO BRASIL 13) O biocoro florestal.14) O biocoro savânico.15) O biocoro campestre.CONSERVAÇÃO BIOLÓGICA
Programa
Fatores Ambientais:
1. Níveis de organizaçãoo dos seres vivos. O campo da Ecologia. As dimensões do Ambiente. Conceitos básicos.
2. O fator água: sua importância autoecológica e sinecológica. Evaporação, umidade do ar e condensação da água na atmosfera. Precipitações de zenit, ciclonais e orográficas. Neblina e orvalho.
3. Evapotranspiração real e potencial. Balanço hídrico. Diagramas ombro-térmicos. Tipos climáticos. Influência da topografia e da vegetação na distribuição das águas meteóricas.
4. Sistemas subterrâneos. Sistemas de reserva de água. Transpiração. Balanço hídrico das plantas homeo e pecilo hídricas. Xero, meso e higrofitismo.
5. O fator solo: propriedades físicas do solo e sua importância para as plantas.
6. Propriedades químicas do solo e sua importância para as plantas.
7. O fator temperatura: temperatura do ar, do solo e da planta. Variações diárias e estacionais. Efeito da latitude e da altitude. Termoperiodismo e vernalização. Geadas.
8. O fator luz: variações diárias e estacionais. Disponibilidade luminosa. Ponto de compensação fótico. Fotomorfogênese e fotoperiodismo. Fotossíntese e produção primária.
9. O fator fogo. Fatores mecânicos: vento, areia e neve. Fatores alelopáticos. Gases.
A COMUNIDADE VEGETAL
10. Princípios básicos de Sinecologia: homogeneidade e limites das comunidades. Natureza da comunidade vegetal: heterogeneidade do meio ambiente, amplitude ecológica e concorrência.
11. Análise da comunidade: características estruturais e funcionais. Métodos de estudo.
12. Dinâmica de populações e de comunidades. Sucessão vegetal. Estabilização das comunidades. Climax. Métodos de estudo.
FITOGEOGRAFIA DO BRASIL
13) O biocoro florestal.
14) O biocoro savânico.
15) O biocoro campestre.
CONSERVAÇÃO BIOLÓGICA
Avaliação
Método
- Preleção
- Aulas práticas de laboratório e de campo
- Estudos dirigidos
Critério
- Provas escritas teórico-práticas
- Relatórios
Norma de Recuperação
órmula de cálculo da Nota de Recuperação NR (2ª. Avaliação):
(a) - componente teórico da média final da disciplina (1ª. Avaliação)
(b) - peso do componente teórico na média final da disciplina (1ª. Avaliação)
(c) - componente da média final da disciplina (1ª. Avaliação) referente às aulas práticas
(d) - peso do componente referente às aulas práticas na média final da disciplina (1ª. Avaliação).
(e) - nota da Prova de Recuperação.
A Nota de Recuperação (2ª. Avaliação) será calculada como se segue:
NR=[b*(a+e/2)]+[d*c]/b+d
No caso de disciplinas sem componente prático, a NR se simplifica para:
NR=a+e/2
Bibliografia
BARBOUR, M. G.: BURK, J. H. & PITTS, W. D. 1980 Terrestrial Plant Ecology. The Benjamin/Cummings Publishing Co, Inc. California, London.
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DAUBENMIRE, R. E. 1974 Plants and environment. A text book of autecology. 3rd. Ed. John Wiley & Sons New York, London.
HUECK, K. 1972 As florestas da América do Sul. Tradução H. Reicherdt. Ed. Univ. Brasília & Ed. Polígono SP.
LÜTTGE, U. 1997. Physiological ecology of tropical plants. Springer, Berlin. 384 p.
LARCHER, W. 1995. Physiological plant ecology :ecophysiology and stress physiology of functional groups. Springer Verlag. Berlin. 507 p.
MOORE P.D.; CHAPMAN. S.B. 1986. Methods in plant ecology. 2nd ed. Blackwell Scientific. Oxford. 589 p.
RICHARDS, P.W.; WALSH, R. P. D.; BAILLIE, I. C.; GREIG-SMITH, 1996. TheTropical Rain Forest. Cambridge University Press. Cambridge. 599 p.
RIZZINI, C. T. 1997. Tratado de fitogeografia do Brasil :aspectos ecologicos, sociológicos e florísticos. 2. ed. Ambito Cultural. Rio de Janeiro 747 p.
WALTER, H. 1986. Vegetaçao e Zonas Climáticas. São Paulo, E.P.U. EDUSP.
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Créditos
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